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Reajuste na tarifa ocorre com atraso de 45 dias do prazo previsto em Contrato
Poços tem o menor percentual de reajuste da região: 5.26%

  “O reajuste é um instrumento legal que busca recompor despesas operacionais como os do óleo diesel, que representa 23% dos nossos custos, e que neste ano teve aumentos sucessivos, além dos outros aumentos que afetam o transporte coletivo como pneus e peças, sem mencionar o reajuste anual no salário dos nossos motoristas. Tivemos ainda a greve dos caminhoneiros motivada pelo aumento de 56% no preço do litro do óleo diesel, lembrando que Poços foi um dos poucos municípios no país onde não houve paralização do transporte coletivo, graças ao esforço de nossa equipe de trabalho. Some-se a todo este cenário de perdas, o incêndio terrorista e sem cobertura de seguro, a dois ônibus da empresa, causando um prejuízo de cerca de 600 mil reais, o que nos motivou a entrar no mês de junho, com um pedido de revisão tarifária em caráter emergencial, medida prevista no contrato de concessão e a prefeitura, mesmo ciente da necessidade e do prazo de 30 dias para se manifestar, desconheceu nossa solicitação. Já em agosto, a prefeitura publicou no Diário Oficial que a tarifa de equilíbrio do Sistema seria de R$ 4,05. Vale ressaltar ainda, que além da revisão tarifária que pode ser praticada a qualquer momento, o Contrato de Concessão prevê o reajuste tarifário, este com data para ocorrer, ou seja, no mês de outubro de cada ano. Então, a prefeitura não cumpriu o Contrato em dois momentos: não concedendo a revisão tarifária e não cumprindo a data de concessão do reajuste, que está ocorrendo somente agora, com 45 dias de atraso, o que vem agravar ainda mais o desequilíbrio econômico-financeiro do Sistema, comprometendo as operações da empresa e impossibilitando os investimentos necessários para a melhoria do transporte coletivo na cidade. Neste quadro de falência do Sistema e prejuízos incalculáveis para a empresa, tivemos ainda o menor percentual de reajuste da região, 5,26%, enquanto Varginha teve um reajuste de 8,11%, passando de R$ 3,70 para R$ 4,00 e Pouso Alegre um reajuste de 8,35%, passando de R$ 3,60 para R$ 3,90. Em Passos, a passagem custa R$ 4,05, desde o dia 01 de novembro. Por tudo, o reajuste dado é uma medida paliativa, como um tratamento que não cura, mantendo o paciente respirando com ajuda de aparelhos”. As palavras são do gerente geral da Circullare, Armando Bertoni, ao comentar o reajuste de R$ 0,20 centavos na tarifa do transporte coletivo na cidade que passou de R$ 3,80 para R$ 4,00, a partir de zero hora deste sábado (15), lembrando que os créditos residuais no Cartão Amigo no valor de R$ 3,80 terão ainda validade por 30 dias, ou seja, até 14 de janeiro de 2019.
Contrato
  Segundo Bertoni, o reajuste é uma medida contratual que visa preservar o equilíbrio econômico-financeiro do Sistema. “O setor de transporte coletivo na cidade vive um impasse constante: como manter a tarifa justa e a qualidade dos serviços prestados à população, sem que isto venha a onerar a empresa concessionária, no caso a Circulare, e o equilíbrio do Sistema? Para isto, é preciso compreender que existe um contrato que estabelece direitos e obrigações entre a Circullare e a prefeitura e ele tem que ser respeitado buscando o equilíbrio econômico-financeiro do Sistema. Quando uma das partes não cumpre com suas obrigações, com certeza é o Sistema que fica prejudicado e, no final das contas, a própria população. Nem todo mundo sabe, por exemplo, que 25% dos usuários não paga a passagem, ou seja, a cada 4 passageiros, um anda gratuitamente de ônibus. Isto em razão do excesso de gratuidades, sem fonte de custeio. Toda esta defasagem tarifária causa descontrole nos nossos custos operacionais e nos obriga a cada vez mais, tomar medidas internas de contenção de despesas, buscando manter a segurança e a qualidade dos serviços prestados à população, entre estas medidas está sempre presente, o risco de demissão, o que estamos tentando evitar a todo custo, pois geramos cerca de 700 empregos diretos e o ônus social seria incalculável. O nosso principal patrimônio são as pessoas que aqui trabalham, entre motoristas, cobradores, fiscais, pessoal administrativo e de manutenção mecânica e isto não tem preço. Verdadeiramente, a população tem o direito de exigir qualidade e tarifa justa e a empresa, por sua vez, tem o direito de exigir o cumprimento das obrigações contratuais por parte da prefeitura, como medida protetiva do Sistema de Transporte Coletivo em nossa cidade. Não existe milagre, é do couro que sai a correia”, afirma Bertoni.
Subsídio
  Segundo o gerente geral da Circullare, o preço da passagem não pode ser o único instrumento para cobrir os custos do transporte. “Muita gente compara Poços com São Paulo ou Rio de Janeiro. O que muitos não sabem é que o transporte coletivo nestas cidades recebe subsídios da prefeitura, ou seja, parte da tarifa quem paga é o município, o que não ocorre aqui. Em São Paulo, por exemplo, se não fosse o subsídio a tarifa que é hoje de R$ 4,00 custaria R$ 7,00 ao usuário, ou seja, a prefeitura paulista cobre os outros R$ 3,00. Isto vem comprovar que a tarifa não pode ser o único elemento para a cobertura dos custos no transporte. Precisamos de outras ações e o subsídio é uma delas”, finalizou Bertoni.

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Circullare restaura raro ônibus Ciferal 1978

Circullare restaura raro ônibus Ciferal 1978 

Não estranhe a sensação de voltar no tempo ao se deparar com este ônibus de cores bege e vermelha. Fabricado em 1978 pela extinta encarroçadora carioca Ciferal, o modelo Urbano chassi Mercedes-Benz LPO-1113 foi totalmente restaurado por uma empresa de Poços de Caldas, na região Sul de Minas Gerais. O coletivo chama a atenção por onde passa, participando até de encontro de veículos antigos. O zelo ao exemplar – único do tipo no estado – rendeu até um apelido para ele: Nono, que em italiano quer dizer Vovô.

 

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Adquirido zero-quilômetro há 38 anos pela empresa Circullare, hoje controlada pelo grupo belo-horizontino Omnibus, o ônibus foi utilizado em diversas linhas da empresa, tais como Santa Rosália e Conjunto Habitacional, até 1988, quando foi adaptado para realizar o transporte de alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município, a 460 quilômetros de Belo Horizonte. Dali em diante, Nono serviu como carro de teste de motoristas durante os processos de seleção, até que a atual administração da empresa decidiu fazer a restauração completa, do estofamento dos bancos (em tom azul-claro) às chapas da carroceria, passando pelo motor e a reconstrução de peças não mais encontradas. Todo o processo consumiu cerca de três anos de trabalho.

 

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Estofamento, poltronas e forro do interior foram refeitos especialmente para o Nono

A decisão em restaurá-lo tem como objetivo preservar a memória do coletivo, que por muitos anos serviu a população de Poços de Caldas. “Após a restauração, este carro será utilizado no transporte de crianças de creches e escolas do município e também participará de exposições de carros antigos”, explica o coordenador de qualidade da Circullare, Douglas Silva.Nas ruas de Poços de Caldas, Nono desperta as mais diferentes emoções. A primeira apresentação após a reforma ocorreu durante o evento Poços Classic Car, em agosto, onde o ônibus chamou a atenção principalmente dos moradores da cidade, que se recordaram da época em que o coletivo circulava nas linhas. O Ciferal também foi saudado por ex-funcionários da empresa.

 

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Restauração foi feita em trabalho conjunto entre funcionários da empresa de ônibus

NUMERAÇÃO Ao longo de sua vida, Nono teve diferentes prefixos – números de ordem que identificam cada coletivo na frota: primeiro foi o carro 120 da Circullare, depois passando para 140 e anos mais tarde, R03 (ônibus reserva número 3). Pouco antes de se aposentar das linhas urbanas passou a ser o coletivo de número 27. Quando saiu de circulação se virou o 1107. Após a restauração tornou-se o carro 09 da frota.

 

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 Circullare é Destaque em Premiação da Fetram

A sétima edição, do Prêmio FETRAM de Qualidade do Ar mais uma vez reconheceu o trabalho das empresas participantes do Programa Despoluir em Minas Gerais. Tal prêmio reconhece nossos esforços no sentido de primar sempre pelo respeito ao meio-ambiente e à qualidade do ar, através da medição e controle sistemático da fumaça de nossos veículos, visando sempre a reduzir ao mínimo possível às emissões, e dessa maneira contribuir com um transporte seguro, eficaz e limpo.

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Obras da Estação Central deverão ser finalizadas em maio

Melhorias contemplam mais segurança e conforto aos usuários 

As obras de revitalização da Estação Central de Linhas Urbanas deverão ser finalizadas até maio deste ano, segundo o gerente geral da Circullare, Armando Bertoni. “Seguindo o projeto de revitalização, já estão prontas as guaritas de Informações e Vendas de Créditos e em fase adiantada, os novos sanitários (feminino/masculino), os banheiros adaptados para portadores de deficiência de mobilidade (masculino e feminino) e também as salas para a Polícia Militar e Guarda Municipal. Posteriormente, realizaremos a reforma dos banheiros atuais (masculino e feminino) e o projeto elétrico de iluminação embutida no piso utilizando a Tecnologia de Informação, (TI) com monitores e afins. Já definimos também o novo piso das plataformas. Por último, teremos uma nova comunicação visual para facilitar as informações de linhas, itinerários e horários à população. Nossa previsão é que em maio possamos ter uma nova Estação Central proporcionando mais segurança e conforto aos usuários. Para isto, temos que “trocar o pneu do carro com ele andando”, ou seja, realizar as obras de revitalização buscando, ao mesmo tempo, minimizar os impactos e incômodos a população, pois o serviço de transporte coletivo não pode ser prejudicado” afirma Bertoni.  

Espaço Público 

Bertoni esclarece ainda que a Estação Central é um espaço público, mas que todas as despesas não só da revitalização, mas de limpeza, manutenção e conservação são assumidas pela Circullare. “Todas os serviços de limpeza e manutenção, bem como as benfeitorias realizadas de revitalização da Estação Central sempre foram suportadas pela empresa, embora seja um espaço público que pertence ao município. Neste sentido, recebemos muitas sugestões da população para fechar aquele espaço para que a Estação Central pudesse ser utilizada somente pelos usuários do transporte coletivo. Porém, como é um espaço público não pode estar barrado nem fechado, ou seja, não podemos impedir a livre circulação das pessoas. Contudo, a partir de agora, contaremos com salas para a Polícia Militar e Guarda Municipal, o que deverá aumentar a segurança e também o conforto dos passageiros”. 

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Circullare adquire 14 novos ônibus adaptados para deficientes

Aquisição faz parte das constantes ações de melhorias no transporte coletivo 

A Auto Omnibus Circullare Poços de Caldas adquiriu 14 novos ônibus a serem incorporados à frota da empresa ainda neste mês de junho, integrando as ações de melhorias no transporte coletivo da cidade. “Estes 14 novos ônibus com equipamentos de acessibilidade e respeito ao meio ambiente, financiados através do BNDES seguem as melhorias que constantemente realizamos para preservar a qualidade de serviços oferecidos aos nossos passageiros. Na atualidade podemos elencar uma série de melhorias significativas como o projeto de revitalização da Estação Central, o aplicativo Ônibus Online com a utilização do GPS, as melhorias nos abrigos e pontos de embarque e desembarque, um novo posto de abastecimento interno de combustível, novo lavador automático com reutilização de água,  enfim, investimentos realizados pela empresa, no compromisso permanente com o transporte coletivo de nossa cidade” afirma o diretor  da Circullare, Flávio Cançado.

Modernidade e acessibilidade

Os 14 novos veículos (10 miniônibus, 2 midiônibus e 2 básicos padron) visam proporcionar conforto, segurança, ergonomia aos passageiros e ainda facilidade de locomoção aos deficientes e pessoas com mobilidade reduzida, através de equipamentos que seguem normas técnicas elaboradas pelo Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial – Sinmetro e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial- Inmetro, sendo eles:

a) Plataforma de embarque para cadeira de rodas

b) Poltrona para obesos

c) Espaço para cão-guia

d) Poltronas diferenciadas para deficientes, idosos e gestantes

e) Pega mão estriado

f) Câmeras de segurança a bordo

“Cenário preocupante”

O diretor ressalta que as melhorias que veem sendo realizadas somente são possíveis pelos financiamentos e empréstimos onerosos que a empresa vem assumindo e que o transporte coletivo passa por um momento de grandes desafios. “O transporte coletivo é um serviço essencial e prioritário e todos estes investimentos demonstram o compromisso da Circullare em preservar a qualidade de serviços oferecidos à população buscando também manter o emprego de nossos colaboradores. Importante ressaltar que as melhorias que estamos realizando são resultados de financiamentos e empréstimos onerosos, pois vivemos um momento de grandes dificuldades devido principalmente a queda no número de passageiros. De janeiro a maio deste ano, sofremos uma perda de mais de 320 mil passageiros, se comparado ao mesmo período de 2014, o que compromete o equilíbrio econômico-financeiro-social do Sistema de Transporte. Por outro lado, houve um aumento de mais 20% em nossos custos operacionais nos últimos dois anos, principalmente com mão de obra, sendo que o último reajuste tarifário em fevereiro deste ano foi de apenas 7,14%.  Estamos fazendo a nossa parte investindo em qualidade, mas necessitamos em contrapartida de soluções a curto prazo para os gargalos que causam os congestionamentos do trânsito e prejudicam a fluidez dos ônibus. Além disso,  o combate efetivo ao transporte clandestino praticado por mototaxis e vans e o retorno da Zona Azul, principalmente na área central. Também, a exemplo do que é realizado no mundo inteiro, necessitamos de corredores exclusivos para os ônibus em algumas artérias da cidade. É fundamental, como o próprio transporte coletivo sinaliza, buscarmos soluções coletivas, estratégias que preservem o futuro do transporte coletivo, buscando evitar medidas com danos sociais incalculáveis como o corte em linhas e horários de ônibus e a demissão em massa de colaboradores, que é tudo o que não queremos” finalizou Flávio Cançado. 

 

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